Reflect participa em "Complemento Directo" de Zé Capinha
Tribruto - Correio da Manhã (com Reflect)

http://www.kimahera.com/mocosmarafados 20 de Dezembro de 2011 (Ter)
Reflect participa em "Tropa do Algarve" de SK
Reflect @ POETICA FRATERNA FINEST


http://youtu.be/BvGcM5o_aTc 25 de Novembro de 2011 (Sex)
Videoclip Tribruto "Agente K17" C. Reflect


http://www.agentek17.com
http://www.newlightpictures.net
http://www.tribruto.com

Original Title: Agente K17

Language: Portuguese

Production date: October 2011

Written and directed by
Patrício Faísca

Produced by
Patrício Faísca
Nélson Mendonça

Original music by
Tribruto

Director of photography
Rúben Botelho

Art Direction
Patrício Faísca
Rúben Botelho

Film Edit by
Patrício Faísca

Sound
André Ferreira 20 de Outubro de 2011 (Qui) - 01:10
Palco
Joker, Reflect e Rubi no tema "Palco":

8 de Setembro de 2011 (Qui) - 14:52
Reflect participa no álbum de EINZELGÄNGER
Reflect aceitou o desafio proposto por EINZELGÄNGER (Suíça) e gravou para o álbum "DR WÄG VO MIM GAISCHT".

Einzelgänger - Dr Wäg Vo Mim Gaischt Feat. Reflect by einzelgaenger

A produção do tema ficou a cargo de EINZELGÄNGER, numa gravação Kimahera. 7 de Julho de 2011 (Qui) - 11:34
Reflect com Komikalat
A convite da dupla Komikalat (Zé Capinha e Jugador), Reflect participou no tema "Eu não":


Download gratuito 30 de Maio de 2011 (Seg) - 11:29
Último acto na Rádio RGB (França)
No passado dia 15 de Maio, a Rádio RGB, de França, falou do Último acto de Reflect.
Movido pela vontade de quebrar preconceitos, misturar todos os géneros musicais para formar as pessoas e educar ouvidos, Mickaël Cordeiro de Oliveira criou um programa dedicado ao Hip-Hop. O "Café Central" é feito em francês e muito tem contribuido para divulgar o que por cá se vai fazendo:

Cette semaine, j'aimerais vous parler du rappeur d'Armação de Pêra, Reflect, de son vrai nom Pedro Pinto. Il est également producteur et fondateur de la maison d'édition Kimahera, où figurent AS2, le rappeur dont je vous ai parlé la semaine dernière, ou encore d'autres valeurs sûres des prochains festivals portugais comme Dj Gijoe ou Emmy Curl dont on écoutera également un morceau durant l'émission.

On se rend compte que quelques un de ces textes ont été écrits pendant son adolescence, période propice à la découverte de la catharsis qu'est l'écriture, une réelle thérapie. Reflect, veut aussi réinstaurer la réflexion chez la nouvelle génération, une réflexion qui grâce aux révolutions arabes semblent revenir au goût du jour. Dans son titre « último acto », il émet ce dur constat : « raciocínio nesta geração é uma pura miragem ». Reflect c'est aussi tout un jeu de reflets, un reflet entre son adolescence et sa maturité, entre sa jeunesse qu'il évoque si souvent et son expérience qui l'a endurcit.

Bien souvent, les écrivains parlent de la jeunesse comme l'âge de l'utopie, où l'harmonie et la joie de vivre effacent la dureté du quotidien, les querelles environnantes. De part peut-être son jeune âge comparé aux écrivains, Reflect a dans ses textes les maux d'une conscience juvénile, d'un petit être touché qui se rend quand même compte de la dureté de la vie qui se reflète par exemple dans l'incapacité financière de sa mère à lui offrir des cadeaux qu'il n'exige même pas.

Son écriture très poétique peut agacer certains rappeurs, qui pourraient dire que ses titres ne dénoncent pas assez de choses et ne représente pas vraiment la musique contestataire. Il faudrait peut-être leur rappeler l'origine du mot rap « Rythm and Poetry ». De plus, dans trois/quatre morceaux, il formule des propos virulents que peu d'autres rappeurs développent : la formation intellectuelle des étudiants à l'université, l'élitisme chez certains personnes qui oublient ou font en sorte d'oublier leurs origines, mais aussi ce véritable amour qu'il porte pour Armação de Pêra, ses plages, la mer, tout un environnement qui peut rendre envieux.

C'est dans son titre « Infinitamente » que ces critiques sont le plus exposées, il parle de son refus d'aller à la fac, « licenciado não sou por opção, inteligência não é memorização ». Alors là bien sûr je me revois complètement dans ces examens de littérature que j'ai eue lors de mon passage à Coimbra, où nos devoirs sur tables étaient 10 questions sur la littérature auxquelles il fallait répondre en 3 lignes, ces questions étant en fait des définitions. Ou ces autres devoirs sur tables « com consulta », c'est-à-dire que l'on avait le cahier sur la table et que l'on pouvait recopier tout ce qu'on avait préparé chez soit sur la feuille de l'examen. Ou encore ces personnes supposées intelligentes qui accumulent les antisèches écrites en Times new roman taille 8 : « dispenso ser o engenheiro que cabula ».

Il parle également d'un des travers que la démocratie a pu apporter, le fait que des hommes oublient qu'ils n'ont même pas « a quarta classe » et jugent la « classe » ou le côté hype d'une personne seulement à travers l'apparence, si chère à notre communauté portugaise.

« Olha lá vai o filho do vereador, aquele do site armado em cantor
Aquele que rima com os pretos da Caixa, oh meu Deus que classe tão baixa
Quem são vocês pra falar de classe, se não têm mais que a quarta? »

Dans son titre desafhino, triple jeu de mot entre desafio/desafino/ et hino, il formule son hymne contre le rap inspiré du gangsta rap américain, qui rime avec argent, arme et colliers en or, il incite les jeunes à se révolter contre le mensonge ambiant, comme si d'une certain manière sa jeunesse continuait, toujours sujette aux mensonges que nous livre nos parents, ici les médias, la télévision, les revues, la guerre, la violence. Il dira ensuite cette frase :

« Adoptado pela Europa, sou filho de Portugal,
Educado pela América, sou cidadão mundial » et cet eternel rejet de l'amérique présent chez une bonne majorité des rappeurs.

Il affirme être la voix de ceux qui n'en ont pas, la voix des minorités, le rap étant la minorité musicale, le genre musical qui subit le plus de censure à travers le monde alors que l'on laisse des artistes américains sortir des textes qui ne veulent rien dire, bourrés de décadence, de sexualité gratuite, pornographique.

Enfin, on ressent également chez lui les maux des écrivains, le doute constant, la peur d'une salle vide lors d'un concert, la pression de l'industrie du disque et les difficultés qu'un artiste rencontre avec le téléchargement illégal, mais aussi sa révolte contre l'infidélité de certains spectateurs qui aujourd'hui l'applaudissent et demain peuvent le détruire.

Ses textes sont donc essentiellement un regard vers le passé, vers sa mémoire, un regard sur sa solitude qui elle, continue, sur sa lutte pour devenir quelqu'un dans ce milieu parfois si hostile qu'est le rap, sa lutte pour démontrer que le rap est un art, une pièce qui complète le puzzle de l'art portugais.

Mickaël Cordeiro de Oliveira, Chronique Café Central, le 15 Mai 2011, Radio RGB 30 de Maio de 2011 (Seg) - 10:53
Profissionalismo Precisa-se
O R.A.P. em português deixou de ser puto. A sua adolescência é hoje produto em prateleiras que anseiam pelo adulto que temos a responsabilidade de erguer.

Moda ou não, a cultura Hip-Hop sobreviveu e tem hoje um potencial imenso, apenas limitado pela visão retrógrada e limitativa da grande maioria dos seus interlocutores. Como utópico que não sou, renego afincadamente um cenário de união onde somos todos amigos, borboletas em campos verdes, etcétera... ya. Haja respeito. Não precisamos de esquemas, de "amiguinhos" nem de cunhas. É urgente que sejamos sim profissionais. O talento de quem sustenta a bandeira deste elo que nos aproxima é inegável e tem mais que provas dadas. A questão humana já está resolvida, nós sabemos que somos capazes.

Então o que é que se passa afinal? O que é feito das tantas editoras independentes cujo trabalho crescemos a ouvir? Eu sinto essas dificuldades na pele e tenho hoje noção dos motivos que fizeram com que essas boas iniciativas tenham ficado pelo caminho.

A pressão é enorme, muitas vezes insuportável e chegamos a um ponto em que ficamos fartos de gastar dinheiro e de lutar por um sonho que só nos faz sentir ainda mais miseráveis. Peguemos no talento que temos e na organização que não nos caracteriza. Temos de nos reinventar, de encontrar espaço e sustentabilidade que nos possibilite concentrar no mais importante: a arte.

As estruturas têm de evoluir. Não necessitamos que cada rapper que grava um som tenha uma "editora" onde o único artista de catálogo é ele próprio. Se acreditas no que fazes e podes, investe em ti. Se não tens qualidade para gravar, compra-a. Se não te dão oportunidades, cria-as. A qualidade de um sistema de gravação é facilmente camuflada pela capacidade técnica de quem o utiliza.

Por outro lado, nós, ouvintes, também somos responsáveis. Há quem invista tempo e dinheiro em projectos onde a qualidade é reconhecida e o retorno não aparece. Sempre ouvi comentários do género "se os CDs custassem 10 euros, eu comprava!"... não acreditem, é mentira. Quem compra não vai deixar de comprar e quem nunca comprou, continuará a roubar (a quem, é discutível). Faz um favor a ti próprio, vai aos concertos e compra os discos dos artistas que admiras.

Para que sejamos profissionais, é necessário que a nossa paixão passe a actividade e esse papel activo é responsabilidade de todos nós. Nada impede um artista amador de ter uma atitude profissional perante os desafios apresentados. Nada impede um artista profissional de ter atitudes amadoras perante as oportunidades que lhe são delegadas.

Só com uma procura por qualidade é que teremos um produto de igual nível.

É fantástico que semanalmente, no mínimo, saia uma "mixtape". Faço questão de acompanhar o que vai sendo feito, mas normalmente acabo desiludido e desmotivado com o rumo que isto está a tomar. O importante agora já não é seres bom, é seres melhor que alguém. Palminhas!

Sinto-me demodé, mas ao mesmo tempo feliz porque nunca precisei de ser melhor do que ninguém para transmitir algo a alguém.

O Hip-Hop cresceu e anda à procura de casa.

TEXTO:
Reflect (www.kimahera.com)
H2T - WWW.H2TUGA.NET

http://www.h2tuga.net/artigos-h2t/cronicas/4246-reflect-profissionalismo-precisa-se.html 28 de Março de 2011 (Seg) - 20:42
Não fales não (acústico)




http://www.youtube.com/watch?v=8l6tgU8k-v0

MÚSICA
Dezze e João Mestre (Piano)
Download (mp3): http://dl.dropbox.com/u/291956/Download/naofalesnao.zip

INTÉRPRETES
Dezze, Reflect e Gijoe (Scratch)

COREOGRAFIA
OMG Family


REALIZAÇÃO
Dezze

EDIÇÃO
Pedro Pinto


2010 Kimahera 28 de Dezembro de 2010 (Ter) - 09:59
Último acto team 2008-2010 (Bastidores)




http://www.youtube.com/watch?v=0hhGGzg1vv0


Obrigado a todos os que colaboraram directamente com este projecto.

Em palco:
Gijoe
João Mestre
Dezze
OMG Family
RealPunch
Dino
Nigga MC
emmy Curl
Ângela Pais
Áurea
Lígia
Aniyah

Fora dele:
Bruno Alves
Bruno Joel
Catarina Mira
Família Pinto
Ivone Silva
Joana Nascimento
Joana Nicolau
José Guia
Kahestiga
Leila Leiras
MeK0
Natasha Cabral
Nuno Lourenço
Paulo Coelho
Rayman C.
Ricardo Coelho
Samuel Simões
Sónia Santos
Spell
Tiago Farrajota
Tiago Lopes

Fica também o meu agradecimento aos que indirectamente nos apoiaram e a todos os que nos acompanharam ao longo destes dois maravilhosos anos.

Até à próxima! 20 de Setembro de 2010 (Seg) - 22:33
Reflect - Último acto (ao vivo) já disponível
Download gratuito: http://reflect.com.pt/ultimoactoaovivo

A história de Pedro Pinto é desvendada verso após verso de Último acto (2008). Reflect é o "feto de '86 que tanta esperança guardou". É curioso. Ambicioso. Reflect é o "puto promissor com um sorriso na cara. O que ganhou o Alcatel, segundo a Blitz". É o fundador da editora Kimahera, que depressa fez "girar a atmosfera". Com confiança. Com atitude e valor.
Em 2008 apresenta Último acto, o primeiro registo em nome próprio. Dois anos depois, dia 12 de Junho, presenteia-nos com Último acto (ao vivo). O resultado do espectáculo apresentado exactamente há um ano no Teatro das Figuras, em Faro.
A Reflect, junta-se o carinho da voz de Dino, a harmonia de João Mestre, a irreverência de Dezze, o grito de revolta de RealPunch, o scratch ideal de Gijoe e o toque especial de OMG Family.
Uma equipa de luxo, num espectáculo preenchido pela descoberta, partilha e emoção.
Último acto, toca. Último acto... provoca. Reconforta. Apaixona.
Ao vivo, Último acto não cansa. Ao vivo... Último acto arrepia e encanta.

A ti, aquele "puto promissor com um sorriso na cara", tu, aquele que "fez da coragem, música e de um sorriso, um hino"... Para ti, Reflect, "se a ingratidão é o resultado" que o teu "trabalho proporciona", sussurro-te... "Há um mundo lá fora à espera de te ver brilhar"!

Obrigada por transformares os meros instantes, em momentos preciosos.


Último acto (ao vivo) é lançado a 12 de Junho de 2010, com download gratuito em www.kimahera.com.

Leila Leiras






http://www.youtube.com/watch?v=NAwqh_lC_dw 20 de Agosto de 2010 (Sex)
Reflect em entrevista ao (H) À Escuta
Se não tiveste oportunidade de ouvir a entrevista que teve lugar na RUA FM a 13 de Junho, com a presença de Reflect, Gijoe, João Mestre, RealPunch e OMG Family, faz o download aqui:
http://rapidshare.com/files/399999840/Reflect_em_entrevista_ao__H__A_Escuta_com_Leila_Leiras_-_RUA_FM.zip

A equipa Último acto respondeu às questões colocadas por Leila Leiras, no âmbito da mais recente edição de Reflect - Último acto (ao vivo). 17 de Junho de 2010 (Qui) - 15:13
Reflect - Último acto acústico (ao vivo)




http://reflect.com.pt/acustico

Festival Acústico Alvor FM
Auditório do Museu de Portimão
31 de Outubro de 2009


Alinhamento:

1. Intro
2. Último acto
3. A minha história
4. Personificação
5. Noite, vem
6. Não fales não


Equipa:

Piano e Guitarra: João Mestre
DJ, Samples e Scratch: Gijoe
Voz: Reflect, Dezze e RealPunch
Coreografia: OMG Family (Carolina e Mariana)
Voz adicional: Andreia 4 de Novembro de 2009 (Qua) - 20:51